PROJETO FLORA DA BAHIA
 

 

 
   

 

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Guia para autores

 

     "Flora da Bahia" é um projeto que se destina ao levantamento dos grupos taxonômicos que incluem espécies nativas e sub-espontâneas que ocorrem no estado. Serão aceitas monografias de famílias e, no caso de famílias numerosas, de subfamílias, tribos ou gêneros e famílias pequenas completas.

1. Os manuscritos devem ser enviados, no original e duas cópias (incluindo as figuras) ao Editor da revista Sitientibus Série Ciências Biológicas, Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Ciências Biológicas, Km 03 – BR 116. 44031-460, Feira de Santana, Bahia, Brasil.

2. Os trabalhos devem ser redigidos em português, impressos em papel A4, com espaço duplo e com margens largas (2,5 cm). Alterações de pequena monta poderão ser feitas pela Comissão Editorial. Correções e acréscimos encaminhados pelos autores após o aceite do trabalho poderão ser recusados.

3. Uma cópia eletrônica do manuscrito deve ser enviada apenas após o aceite do trabalho, digitado em word para windows, formato Rich Text (rtf), em disquete 3¼ e deve ser acompanhada de uma cópia impressa.

4. Cada página deve ser numerada, sendo que a página de rosto deve conter: (1) título do trabalho; (2) nome dos autores com respectiva afiliação; (3) endereço profissional, incluindo: (3.1) instituição; (3.2) departamento ou unidade equivalente; (3.3) caixa postal ou logradouro; (3.4) código de endereçamento postal; (3.5) cidade; (3.6) estado ou equivalente; (3.7) país; (3.8) e-mail do autor ao qual devem ser enviadas as correspondência.

A segunda página deve conter Resumo (e o título do trabalho, entre parênteses), três palavras-chave, Abstract (e o título em inglês, entre parênteses) e três Keywords .

5. No texto serão escritos em itálico, os nomes taxonômicos de gêneros e espécies, além de palavras estrangeiras.

6. Os trabalhos da Flora da Bahia devem seguir, em linhas gerais a seguinte estrutura:

Título

Flora da Bahia – Portulacaceae

Flora da Bahia - Malvaceae 1: Hibiscus

FAMÍLIA

Autor(es) (da monografia) ou Coordenador da Família (no caso de famílias grandes)

Descrição

Sucinta da família em um parágrafo de 6 a 15 linhas. Não utilizar preposições, artigos, conjunções, verbos. Abreviar cerca de "ca".

Comentários

Parágrafo adicional, sobre a família de até 10 linhas incluindo amplitude geográfica, número de gêneros, centro de diversidade. Número de gêneros e espécies para o Estado da Bahia. Hábitat (s) preferencial(ais) das espécies da família e outras informações que o especialista julgar importantes. As espécies cultivadas podem ser referidas neste comentário.

A citação de Bibliografia deve seguir as normas da Sitientibus.

As citações bibliográficas no texto deverão seguir os seguintes modelos: Quate(1965);(Quate,1965);Quate (1965;1980);Erwin & Soltt(1980);Guimarães et al (1965) Os artigos devem ser citados em ordem cronológica.

  1. Periódicos ( abreviados de acordo com o Word List of Scientific Periodicals ou como indicado pelo próprio periódico):

    QUATE, L.W.1965. A taxonomic study of Philipine Psychodidae. Pacif. Ins. 7(4):815- 902.

    MORI, S.A.,B.M.BOOM & G.T.PRANCE.1981. Distribution patterns and conservation of eastern

    Brazilian coastal tree species. Brittonia 33 (2): 233-245.

  2. Livros: Quando abreviados devem seguir SFAFLEU,F. A & COWAN

    HENNIG, W. 1981.Insect phylogeny. Chichester, John Wiley, 514p.

     

  3. Capítulos de Livro:

    HULL, D.L. 1974. Darwinism and historiography. In: T .F.GLICK (ed.), The comparative reception Reception of Darwinism, pp. 388-402. Austin, Univ. Texas.

  4. Tese e Dissertações:

    SILVEIRA, L.T. 1991.Revisão taxonômica do gênero Periandra Mart. ex Benth. Univ. Es

    Tandarte. Campinas, MSc diss.

  5. Publicações em eventos:

FERNANDES, A. & P. BEZERRA.1982. O gênero Moldenhawera (Leg. Caesalp.) no Brasil.

Sociedade Botânica do Brasil, XXXII Congresso Nacional de Botânica, Anais. Teresina,

pp,58-62.

FORTUNATO, R.H. 1994. Revisión del género Collaea. Sociedad Latinoamericana de Botánica,

VI Congresso Latinoamericano de Botánica, Resúmenes, Mar del Plata, p.252.

Ilustrações e tabelas:

Fotografias (preto e branco ou coloridas), desenhos, gráficos e mapas são denominados figuras, devem ser numerados com algarismos arábicos e chamados no texto em ordem crescente. Desenhos devem ser feitos a nanquim ou lápis de boa qualidade e fotografias devem ter nitidez e contraste. Não misturar fotografias e desenhos na mesma página.

As figuras devem ser identificadas com nome do autor e título, proporcionais às dimensões do espelho (19,0cm de largura x 23,0cm de altura; coluna der 9,0cm) e reservando um espaço para a legenda.

Tabela devem ser numeradas em algarismos romanos e apresentadas em páginas separadas.

Legendas devem ser apresentadas em folhas à parte.

O número de ilustrações é livre (desde que pertinente). Devem ser apresentadas pelo menos 2 espécies por prancha.

Espécime-testemunha, deve ser mencionado o coletor e número do coletor e herbário.

Modelo: está disponível no site da Flora da Bahia

 

 

Chaves Analíticas para os Gêneros (se pertinentes):

Indentada. De preferência, deve conter caracteres vegetativos, florais e frutíferos. No caso de famílias com numerosos gêneros, poderão ser elaboradas chaves para subfamílias ou tribos.

 

[ nº ]. GÊNERO com nome do autor abreviado.

Autor(es) (do tratamento do gênero, se pertinente). Especialmente nos casos em que há participação de vários especialistas na elaboração da monografia da família, referir o(s) autor(es) logo após o gênero ou tribo/subfamília.

Os gêneros devem ser apresentados em ordem alfabética. No caso de famílias muito grandes, e cujo tratamento estiver sendo realizado a nível de subfamília ou tribos (p.ex. Gramineae, Leguminosae, Orchidaceae), os gêneros devem ser apresentados agrupados por tribos ou subfamílias, em ordem alfabética e numerados seqüencialmente.

Descrição

Parágrafo de 6 até 15 linhas. Não repetir no gênero características globais da família. Não utilizar preposições, artigos, conjunções, verbos. Apresentar descrição mesmo que o gênero esteja representado por uma única espécie.

Comentários

Parágrafo até 5 linhas com amplitude geográfica, número de espécies, circunscrição taxonômica adotada (se pertinente), centro de diversidade. Número de espécies e hábitat de ocorrência para a Bahia. Comentários gerais do gênero para o estado.

Bibliografia básica

Citar bibliografia básica específica para o gênero (revisões). Não utilizar negrito, itálico, sublinhado na citação de nomes de revistas e números dos volumes.

Chave analítica das espécies

Indentada, com espécies numeradas, sem autor. Com possibilidade de uma espécie apresentar caminhos diferentes na chave (espécies polimórficas).

[ nº ] ESPÉCIE : binômio (em itálico) com nome do autor abreviado e obra princeps, citada segundo Taxonomic Literature ou Botanicum-Periodicum-Huntianum.

Ilustrações: referir figuras ou pranchas (providas neste trabalho). Ilustrar de preferência aquelas espécies pouco documentadas na literatura. Se a espécie estiver ilustrada na Flora Brasiliensis citá-la e não desenhá-la novamente.

A apresentação das espécies deve ser em ordem alfabética.

Táxons novos, sinonimização e novas combinações podem ser descritos na flora, pois trata-se de trabalhos em periódico. Todos os gêneros deverão ser ilustrados na flora.

Basiônimo: binômio (em itálico) com nome do autor abreviado e obra princeps, citada segundo Taxonomic Literature ou Botanicum-Periodicum-Huntianum.

Sinônimos: binômio (em itálico) com nome do autor abreviado e obra princeps, citada segundo Taxonomic Literature ou Botanicum-Periodicum-Huntianum. Recomenda-se que só devam ser relacionados sinônimos quando estes são amplamente citados em trabalhos de floras, vegetação, etc., como nomes válidos para a espécies ou no caso de sinonimizações recentes.

EX:

Ocotea preticiosa (sinônimo) para Ocotea dorifera (nome válido).

Tibouchina holosericea (sinônimo) para Tibouchina clavata (nome válido).

Tabebuia caraiba (sinônimo) para Tabebuia aurea (nome válido).

Nomes populares

Citar principais nomes populares da espécie, utilizados no estado da Bahia, obtidos de exsicatas ou da literatura. Apresentar a referência bibliográfica escrita entre parêntese após cada nome.

Descrição

Parágrafo de 6 a 15 linhas (caso seja necessário ampliar o número de páginas solicitar ao comitê) . Não repetir caracteres do gênero apresentados anteriormente. Não utilizar preposições, artigos, conjunções, verbos. Abreviar cerca de (ca.). A descrição deve ser baseada apenas no material da Bahia. A variação que possa ocorrer poderá ser discutida no parágrafo de comentários. Na ausência de material completo coletado na Bahia, dados complementares poderão ser obtidos a partir de material de outros Estados ou da bibliografia. No primeiro caso, referir o "Material examinado" no item "Material adicional examinado", e no segundo caso, referir a fonte bibliográfica entre parênteses logo após a(s) estrutura(s).

Distribuição geográfica e Habitat

Distribuição geral, seguida da área de distribuição no Estado identificada pelas quadrículas onde a espécie ocorre. Serão confeccionados mapas de distribuição para os táxons. Um mapa do estado será feito diretamente no site da Flora da Bahia. Incluir neste item, comentários sobre a ecologia da espécie, limites altitudinais, latitudinais e longitudinais, se disponíveis. As informações podem basear-se também na literatura, além do material examinado.

Ex: SE de Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. C6, D6, D7, D8, E6, E7, E8: beira de matas, campos e cerrados.

Fenologia

Época de floração e frutificação apenas para a Bahia, podendo basear-se em literatura, e informações de exsicatas. Apresentar referência bibliográfica se for baseada em literatura.

Usos

Referir parte(s) da planta utilizada(s) e para que fins. Pode basear-se em informações da exsicata e da literatura. Apresentar referência bibliográfica uma exsicata entre parêntese após cada uso.

Material examinado [ selecionado] [adicional] caso necessário

Referir apenas um material por município citada na Distribuição geográfica. Selecionar materiais que represente os extremos de variabilidade do táxon ou de sua distribuição no estado (Norte, Sul, Leste e Oeste) e procurar citar coletas recentes, pois as mesmas representam material disseminado em herbários baianos, além de serem evidências de que a espécie ainda ocorre naturalmente no Estado. Nos casos onde não forem citados todos os materiais estudados, este item deve ser intitulado Material selecionado. Quando for utilizado material de outros Estados para complementação de descrições, relacioná-lo, no item Material adicional examinado.

A citação de material deverá seguir o seguinte padrão:

MUNICÍPIO (em negrito) em ordem alfabética, utilizando de preferência os nomes atuais.

DATA DE COLETA: Mês (três primeiras letras minúsculas) e ano, separados por ponto (.) Não referir localidades tais como Serras, rodovias, Reservas, Parques, etc. Se disponível, referir coordenadas geográficas.

COLETOR(ES) E Nº DE COLETA(em itálico). Coletores devem ser citados pelo sobrenome precedido das iniciais, sem espaços entre as mesmas. Para dois coletores citar ambos separados por &. Três ou mais coletores referir o coletor principal seguido de et al. e do nº de coleta. No caso de coletores que não apresentam nº de coleta, referir s.n. logo após o coletor e citar o número de registro de pelo menos um herbário depositário. Referir entre parênteses a(s) siglas(s) do(s) herbário(s) depositário(s), em ordem alfabética. No caso de coleções especiais, que utilizam siglas por ex: PCD (Projeto Chapada Diamantina) seguida do número e precedida pelo(s) coletores(es): A.M. Giulietti in PCD 209 (HUEFS).

Material examinado: Correntina, abr.1979, H. Bautista & N. Roque 123 (ALCB, HBR). Morro do Chapéu, dez.1998, M.E.R. Junqueira s.n. (HUEFS 19113, SPF). Salvador, mai.1995, L.P. Queiroz et al. 110 (HUEFS).

Material adicional examinado: RIO DE JANEIRO. Paraty, jul.1980, G. Martinelli et al. 870 (RB).

Deve-se evitar a citação de material estéril, exceto nos casos em que representa o único registro do táxon para o Estado ou para uma quadrícula específica. Em quaisquer dos casos, deve ser uma exsicata adequadamente incorporada em um herbário.

Comentários

Problemas taxonômicos, variabilidade fenotípica, ausência de coletas recentes, comparações entre espécies afins, status de conservação da espécie .

Tipo

Não haverá um item específico para citação do material-tipo das espécies. No entanto, os materiais-tipo, que forem examinados deverão ser listados no item Material examinado, citando a categoria do tipo logo após a sigla do herbário. Ex:

Morro do Chapéu, abr.1990, M.E.J. Ramos s.n. (HUEFS 19113, Isótipo).

Bibliografia adicional

Referir aqui somente a bibliografia que tenha sido citada no texto (comentários, distribuição, usos, etc.) e que não faça parte da citação de bibliografia básica inicial.

Tàxons infraespecíficos

Quando ocorrer apenas uma variedade (ou subespécies) citar nos comentários da espécie. Quando ocorrerem mais de duas, apresentar chave analítica (imediatamente após a descrição da espécie), sem descrição dos táxons e referir separadamente a distribuição, a fenologia e o material examinado para cada um deles. numera os táxons infraespecíficos e seqüenciamente.

Lista de exsicatas

Apresentar no final da monografia, todo o material examinado (inclusive aqueles constantes no item material examinado/selecionado em padrão semelhante ao da Flora Neotropica, relacionado por coletores em ordem alfabética (sobrenome seguido das iniciais, e separado por vírgula) e ao lado do número de coleta, entre parênteses o número do gênero e da espécie. Dessa forma todo material utilizado será relacionado na monografia. Ex:

Giulietti, A.M.: 82(2.5), 90(2.3),120-b (2.1),387 (2.1),1136 (2.4),1482 (2.5),3155 (1.1).; Silva, T.R.S.: 21 (1.1), 35 (2.2), 46 (2.5); 116 (1.1).

No caso de famílias com diversos colaboradores, o coordenador será o responsável pela numeração final dos gêneros e espécies. Portanto, os autores deverão elaborar uma lista de exsicatas apresentada por espécie, da seguinte maneira:

Lantana achyranthifolia

Silva, T.R.S. 24; Giulietti, A.M. 345; Queiroz, L.P. 1500.

Lantana camara

Silva, T.R.S., 21

Lantana lucida

França, F., 555; Silva, T.R.S. 98

Lantana salzmanii

França, F. 600

Lantana undulata

Funch, L.S. 111.

 

Agradecimentos: Agradecimentos e fontes de financiamentos devem ser relacionados antes do item Lista se exsicatas.

 

 

Apoio

Instituições de pesquisa:

 

  

Universidades:


UEFSUFBAUESB

UNEBUEFSC

Webmasters: Bruno S. Andrade & Ricardo Vilas Bôas